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HOTELEIROS – O RIO DE JANEIRO…

Por do Sol no Arpoador, 21/10/18

Sim, o Rio de Janeiro continua lindo…, com todos os seus problemas, todos conhecemos, muitos vivenciam e reconheço que isso não é nada agradável, mas Ele está lá com seu majestoso Cristo Redentor com o Bondinho da Urca e todos os seus encantos naturais que são muitos e lindos, amante da natureza não vou esquecer o pôr do Sol no Arpoador.

As ações que parecem estar chegando se iniciaram e se levadas a cabo, terminam com um problema que o empresário e o cidadão de bem não teria como terminar. Estabeleça-se então a segurança pública.

Há coisas para as quais devemos atentar, e a principal delas é que segurança estabelecida o capital inegavelmente vai entrar, e com ele todas as vantagens conhecidas, o que não parece ter recebido a atenção da maioria dos hoteleiros e isso é gritante, é que:

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Falando de Administração Hoteleira

Administração por Competência, não por imposição

Falava um destes dias com um Amigo que faz publicações dobre o meio e comentava ele sobre as Administradoras, onde é público e notório que não têm prejuízo, seus contratos estão feitos para que elas sempre ganhem.

O mérito não está na Administração que nem precisa ser profissional, e sim nos contratos complicados de difícil linguagem às vezes até para os advogados que não vivencia a área em seus meandros, e voltados sempre para o lucro próprio em qualquer circunstâncias, cobram “Fee” sobre faturamento geral bruto independentemente se há ou não lucro – cobram para uso do sistema de reservas e cobram por reserva cancelada e por “no show” e uma série de outros absurdos, o que eu não consigo entender é porque os investidores caem nesses “contos do vigários” já que de cada 10 com quem se conversa 11 se queixam.

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Airbnb ou um bicho de 7 cabeças?

Temos Novamente a ABIH e seus associados se lamentando em vez de agirem e consertar o que está necessitando de conserto.

Parecem não ter compreendido ou pior não querer compreender o que é e como a Airbnb se instalou, queiram ou não foi a “Falta de Hotelaria”, mas permitam-me lembrar, o Brasil não foi o primeiro País do Mundo a ter Airbnb, e se formos falar só de Portugal, onde cada “municipio” regulamentou a sua – estão nascendo até 2019 mais 115 Hotéis, que estarão funcionando.  Aqui a ausência de profissionalismo que instalou e dá força à AIRBnB, não vou me alongar pois o meu sócio e AMIGO escreveu um artigo onde explica clara e didaticamente o sucesso do site de oferta de pernoites ou mesmo aluguel de temporada. Leia a matéria toda e assuma a sua parte.

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Suas Reservas CRM Taxa de Conversão

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Em média a taxa de conversão de reservas através do seu site é inferior a 2%. Em outras palavras a cada 100 pessoas que visitam o website de um hotel menos de 2 fazem reserva.

Ou seja, os que não reservaram vieram ver ou matar certa curiosidade e fazem sua reserva em outro hotel ou pelo site ou através de OTA.

Como podemos perceber essa relação é baixa e isso independentemente de quanto você gastou em SEOs ou qualquer outro tipo de mídia. Fica claro que é insuficiente ou ineficaz o investimento na divulgação e em mídias sociais, urge fazer algo mais.

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Gerenciando Relacionamentos e o CRM

Na hotelaria precisamos de Hóspedes, estes tornar-se-ão fiéis, cliente tende a nos trocar o que de forma alguma é interessante. Hoje a tecnologia nos ajuda muito nisso com os CRMs (Customer Relationship Management,) ou Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente, em português.

Antes destes Softwers, nós tínhamos fichas manuscritas, e acreditem funcionavam extraordinariamente bem, porém, tal como os softers eles só funcionam se: 1ª forem alimentados ou estiverem integrados de forma correta, o que ainda assim não dispensa a intervenção humana.

2º se houver colaboradores capacitados para usarem as informações e souberem como fazê-lo.

Caso contrário, não funcionam, ou seja, a tecnologia ajuda e muito, porém não substitui.

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A Expansão Hoteleira, Goiânia!!!

Três anos e meio antes da copa do mundo, eu li uma postagem feita pela presidente da ABIH de MG onde esta autora dizia que havia em faze inicial de projeto 30 novos empreendimentos hoteleiros, era nítida a preocupação desta Senhora pois ela tinha noção de que seriam mais trinta elefantes brancos se o Governo não investisse o que prometeu em determinados centros de convenções e havia ainda uns outros investimentos que eram a nível municipal.

Atrevi-me a colocar que aqueles empreendimentos e a maioria do parque hoteleiro local estava fadada ao fracasso, e para não falar só da parte negativa disse o que deveria ser feito para que tudo fosse bom para todos. Fizeram os 30 Hotéis, afinal o que alguém com 43 Anos de Gestão hoteleira em 3 continentes do Mundo com vivência em gestão de Hotéis de 150 a 1500 UHS pode entender de mercados? Assim eles não só acabaram com a hotelaria como levaram a área imobiliária de escritórios para o mais baixo patamar de mercado, quando eram a melhor cidade para se investir em prédios de escritório no País, em suma são uns gênios.

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Gestão de restaurantes e hoteleira – parte IV

Conversava um destes dias com alguns Restaurateurs ligados à chamada “alta gastronomia” comentavam estar sempre em busca dos melhores produtos e fornecedores, no entanto, os volumes de suas compras não são feitos em grande escala, o que representa uma diminuição na vantagem de conquistar melhores preços e condições, resultando em índices de custo mais altos. Isto é efetivamente um “problema” e eles me perguntaram: Qual seria, em sua opinião, a solução mais viável para minimizar estes custos?

É simples, mas as pessoas precisam entender que foram feitas para viver em sociedade e é muito mais lucrativo ter parceiros que concorrente então sugeri o óbvio, o cooperativismo, mas, empresários brasileiros de uma forma geral, não aceitam essa sugestão nestes casos. Mesmo assim me perguntaram se eu já havia feito isso com algum sucesso e como seria, sugeri com base em dados que tinha pesquisado recentemente.

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Gestão de restaurantes e hoteleira – parte III

O Revenue Management necessita de algum tipo de sistema para implantá-lo? Essa pergunta é muito comum e a resposta está na imagem:

Como diz um amigo meu: “muita calma nessa hora”. Há mais de 40 anos quando eu comecei o sistema era o da imagem acima, ele tem com toda a certeza mais de 35 anos, não havia PCs, não havia notes, Excel nem pensar, mas este tipo de administração começou a tomar corpo nos primórdios da era cristã, em meados do século XIX (19) começaram as ações que davam mais tarde a hipótese de se implementar esse tipo de sistema, mas ainda era no papel quiçá no pergaminho. Porém hoje os sistemas são necessários sim, mas só porque eles nos permitem a velocidade necessária para acompanhar o dia a dia e nos deixam tempo para outras coisas, mas eu sou categórico ao afirmar, não compre um sistema sem dominar o raciocínio do que precisa, ou seja saiba primeiro como fazer na mão como a imagem acima, só então pode realmente escolher o sistema que precisa.

NOTA: Os PMSs que estão no mercado Brasileiro, mesmo os que dizem ter o “módulo de RM” não é real, o que eles têm é uma captação de dados que na maioria das vezes os leva a emitir balancetes com prejuízo, eles pegam dados do mercado, mas o principal que são os próprios dados eles não consideram ou sejam é algo que um dia pode vir a ser RM, mas realmente é tudo menos isso, RM não é reativo. (Além de 3 ou 4 redes Internacionais ninguém mais tem esse sistema funcionando em PMS)

 

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Gestão de restaurantes e hotelaria – parte I

O empresário que vai abrir um restaurante ou mesmo um hotel precisa torna-lo desejado antes mesmo de sua existência, este é um trabalho que inicia antes mesmo da abertura. Para isso, diante de minha experiência profissional, recomendo sempre que se façam Estudos de viabilidade que prevê tudo o que o mercado deseja, este estudo feito por nós, leva cerca de um mês para estar concluído, mas nele tem:

ü  Necessidades de mercado; ü  Custo de implantação;
ü  Custo de Vendas; ü  Custo de M.P.
ü  Custos de Folha; ü  Previsão de faturamento Total;
ü  Previsão de faturamento por setor; ü  Custos setorizados
ü  Planos de comercialização; ü  etc.

Após o estudo há inúmeros passos que devem ser seguidos por profissionais, sob pena de em determinado momento, começarem a ficar com falhas muito caras de corrigir. Um bom exemplo, como você vai montar uma cozinha sem conhecer os cardápios que vai usar?

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